Monotonia
massacrante
Mofam marido e
mulher.
Mesmo morando
no mesmo mundo,
Migraram da
mesmice
À moradia
maluca
De um
multiverso.
Manifestações das matronas
Movimentam mudanças,
Mas minguam,
No miserável
mundo moralista do machismo:
Máscaras mentirosas
Minimizam os
maus-tratos às mulheres.
Malditos machos!
Mandões, maléficos,
Manipuladores e
melodramáticos,
Que martelam
mil maneiras mesquinhas
De manter o
monopólio masculino.
Mestres da
manobra,
Musculosas mentes
maquiavélicas.
Modestos
monstros
Ou meros
marginais?
Em meio a
multidões,
Maculadas e
magoadas meninas e moças
Movem-se com
menos munições
E murmúrios
mal-humorados.
Maior medo:
Morrer nas mãos
dos maníacos
Que molestam
moleques
Nos muquifos
dos manicômios.
Mulheres
malogradas
Por manchas ou
mutilações
Ministram meios
de manter
A missão da
maternidade
E a manutenção
metafórica do matrimônio,
Multiplicando a
monumental
Massa de
moradores no mundo.
Maximizam a
miséria
Maquinando mix
de maluquices nas marmitas:
Migalhas de
moqueca morna
Com metade
macarrão ao molho e mandioca.
Nas mesas, Moscas
e mosquitos
Marinam os
morangos maduros.
Manjar de
merda!!
Mas,
Meretrizes maduras
e misteriosas,
(Musas mais ou
menos más),
Maravilhosamente
maquiadas,
Com mamas à
mostra,
Mesclam magia e
malícia
Mostrando a
metamorfose milagrosa
Das mútuas
massagens:
Muitos mantos
macios
Marcados com o
mel dos másculos,
Nos melindrosos
momentos molhados.
Moralmente
malvistas,
Mantêm-se à
margem.
Minam moedas,
Montante de mil
a milhões.
Mexericos?
Menosprezam!
Méééé!!
Zizi, 16/11/25


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