As palavras tornam-se inquietas quando sentem necessidade de expressar-se e estão atadas na ponta de um lápis, esquecidas numa folha em branco ou enclausuradas na garganta. São frutos significativos colhidos do Eu em momentos distintos.
Palavras escapam,
Vazam pela poesia.
Eis a liberdade!
Zizi, 03/11/26