As palavras tornam-se inquietas quando sentem necessidade de expressar-se e estão atadas na ponta de um lápis, esquecidas numa folha em branco ou enclausuradas na garganta. São frutos significativos colhidos do Eu em momentos distintos.
Medos se revezam:
Aranhas, escuro, perdas...
Fora do controle.
Zizi, 23/07/26
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