As palavras tornam-se inquietas quando sentem necessidade de expressar-se e estão atadas na ponta de um lápis, esquecidas numa folha em branco ou enclausuradas na garganta. São frutos significativos colhidos do Eu em momentos distintos.
Vou desenhar: NÃO É NÃO!
Meu corpo não é privada,
Muito menos de uso público;
Abuso é muita mancada!
No meu corpo, minhas regras,
Eu decido: zero entregas!
Machismo não está com nada!
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